Como track alguém pelo nome

U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

2020.09.20 14:53 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

Olá amigos. No post anterior introduzi levemente o espírito desta série, e este é o primeiro capítulo "a sério" da série. Este capítulo versa sobre o processo de preparação para a mudança e o "primeiro embate" da chegada ao novo país; que assuntos tive que tratar imediatamente antes de me mudar, assim como assim que cheguei. Como tenho dito, esta experiência é pessoal, e é importante que entendam que não se aplicará certamente a todos. Riam-se, chorem, e deixem os vossos pensamentos na caixinha em baixo.
Ao longo do texto vão ver uns números entre parênteses rectos ([XXXX]). Isto são referências que estão por extenso perto do fim do post, na secção apropriadamente denominada "Referências".

Take-Aways Principais

Eu gosto de ter uns bullet points com as ideias principais que se devem reter de cada capítulo, uma espécie de "se não leres mais nada, lê isto" do capítulo. Os deste capítulo rezam assim:
Os detalhes estão no texto por aí abaixo.

A odisseia do trabalho científico em Portugal

Já alguma vez tiveram aquele sonho em que querem gritar e não conseguem? Aquela sensação quase infantil de impotência, do pavor da inacção e do pasmo em relação ao que quer que seja que se está a desenrolar à nossa frente? Ou aquele em que querem esmurrar alguém mas não acontece nada? A sensação de impotência é, pessoalmente, das piores que podemos ter; a de querermos fazer alguma coisa, acharmos que sabemos o que fazer e não conseguirmos.
Trabalhar no tecido académico e de micro-empresas português (vulgo technology transfer) é um bocadinho assim. Por mais que um gajo se esforce, é muito difícil escapar à subsidio-dependência, à chico-espertice, à mediocridade, à inexperiência, à falta de processo e, acima de tudo, à falta de recursos. Por bom que seja o sonho, por interessante que seja o projecto, por positivo que seja o ambiente de trabalho, por porreiros que sejam os colegas, há uma sensação latente de "isto não vai dar para construir uma carreira". Isto torna-se particularmente agudo quando se trabalha numa área de tecnologia de ponta, para a qual inevitavelmente o mercado português está pouco desenvolvido. Não havendo mercado, a empresa vira papa-projectos e passa a viver de fundos comunitários, QRENs, COMPETEs, H2020s e coisas que tal. O tempo que se devia gastar em desenvolvimento é gasto a tentar convencer revisores de projectos a darem-nos mais uma esmola, e todos os projectos são uma corrida ao fundo: como é que conseguimos fazer esta omelete bonita com muito poucos ovos? Será que precisamos mesmo de duas pessoas para fazer isto, não dará só uma? Certamente o equipamento X também dá para este projecto.
Um aspecto particularmente doloroso neste ambiente é a altíssima rotatividade dos colegas. Quando se trabalha nestas condições tende-se a depender de recursos precários: bolseiros de investigação, estágios IEFP, estágios profissionais, estágios académicos, e por aí fora. Isto torna imediatamente impossível treinar alguém para fazer alguma coisa de jeito, e dei por mim a ensinar 3 ou 4 pessoas a fazer a mesma coisa em ocasiões diferentes ao longo dos anos. Nunca ninguém fica e toda a gente parte para outra, seja porque a empresa não lhes pode pagar, ou porque são incompetentes demais para nos darmos ao trabalho de lhes tentar arranjar financiamento. As caras e os nomes confundem-se numa espécie de groundhog day tecnológico em que cada ano que passa temos as mesmas conversas. Um tipo que vá ficando, ora porque é bom ou porque é teimoso, vai dando por si a avançar na idade ao mesmo tempo que os colegas não. A certo ponto, todos os meus colegas eram pelo menos uns 4 ou 5 anos mais novos que eu; ora se até eu quase nem tinha barba (hipérbole), então eles estavam mais verdes que as bananas da Costa Rica quando chegam ao Continente.
Quando me perguntam porque é que os portugueses têm tendência a se dar bem lá fora, aponto-os sempre para as condições em que somos habituados a fazer trabalho world-class. As publicações a que submetemos artigos não querem saber das nossas dificuldades; querem papers de qualidade. As agências de financiamento não querem saber de rotatividade, querem saber de know-how, track record e orçamentos. O trabalho que temos que entregar para sobreviver tem que ser de topo, ao mesmo tempo que as condições são de fundo. Pega-se num tipo habituado a isto, senta-lo numa cadeira de 300€, dá-se-lhe 3 monitores e um portátil que dava para comprar um carro, e é natural que o desempenho seja incrível.
Eu não me considero um perfeccionista (e acho que quem se considera perfeccionista pensa demais de si próprio) mas procuro estar numa constante curva ascendente no que toca à qualidade do meu trabalho. Umas vezes a curva é mais inclinada, outras vezes é menos inclinada, mas a cada dia estar um bocadinho melhor que no dia anterior. Aliás, quem me conhece sabe que esse é um traço que aplico em quase tudo: no trabalho, na vida, no desporto, etc. Antes de me mudar sentia que tinha batido no tecto da qualidade do que podia entregar. O meu esforço era máximo e o factor limitador da qualidade da entrega era a forma como o trabalho que eu tinha para fazer era entregue. Não havia tempo suficiente para inovação, era preciso planear de forma irrealista (e entregar de forma irrealista) para se conseguir fazer o malabarismo de todos os projectos. A constante mudança de contexto comia horas todos os dias.
A ética de trabalho portuguesa é, geralmente, horrível. Se eu trabalhei as minhas 8h, entreguei o que tinha para entregar e não tenho horário de trabalho, então vou sair às 16h. Ou chegar às 10h. Geralmente, fazer menos que 9-19 é mal visto, e eu fui sempre muito vocal (se calhar de forma prejudicial para mim próprio) acerca do quão estúpido isso me parece. Cheguei a ouvir algo semelhante a "tu és daqueles gajos que vão de férias desaparecem do mapa". Não é esse o objectivo das férias?

Um dia destes decidi mudar-me para o UK

Então um dia desatei a mandar CVs por esse mundo fora, a ver o que colava. Inevitavelmente, apareceram-me várias ofertas interessantes, a melhor das quais no UK. Contas feitas, a oferta praticamente multiplicou o meu salário bruto por 5 (talvez um bocadinho mais), empurrando-me de um salário mediano em Portugal para um salário bastante acima da média no UK. Esta é daquelas particularidades a que me refiro quando digo que a minha experiência é extremamente pessoal: eu tive a sorte de gostar e ter talento para trabalhar nesta área, e a dupla sorte de ser uma área em que simultaneamente há muita oferta e pouca procura de trabalho. Meio ao calhas cultivei um skillset muito valioso, ou que consegui vender bem. Infelizmente, para manter esta conta dissociada da minha identidade não vos posso especificar qual é; somos poucos, tornava-se muito fácil encontrar-me pelas publicações.
Curiosamente, está agora (à data da escrita) a fazer um ano que me decidi mudar. Nessa altura, a maior preocupação de quem se mudava para o UK era o Brexit, mas houve uma série de factores que me acalmaram:
Acerca deste último: ser estrangeiro no UK ou ser em qualquer outra parte é, para mim, semelhante. Então, se o Brexit por alguma razão resultasse numa perseguição aos estrangeiros, ou numa forte desvalorização da libra, etc, a minha situação ainda assim seria melhor que antes. Teria um CV mais rico, experiência adicional na indústria, e dinheiro no banco, tudo factores que facilitariam a mudança para um país terceiro.
Portanto com os factores políticos resolvidos por ora, e com a família a apoiar, lá me decidi.
Lá vim eu.

Preparação

A preparação para a mudança dividiu-se em:
Para benefício máximo meu e das duas empresas envolvidas, decidi reservar apenas umas 3 semanas sem trabalhar para tratar de tudo. Arrependi-me profundamente: devia ter fodido uma das empresas (a velha, potencialmente) e tido mais tempo para mim e para os meus. Naturalmente, houve muito que pude fazer enquanto trabalhava, como tratar da documentação. A logística foi um pesadelo; tive que esvaziar o apartamento em 2 dias e encontrar forma de arrumar tudo o que tinha na minha casa de família. Uma boa parte ficou por fazer pois queria passar tempo com a família em vez de arrumar merda. Tive que denunciar o contrato de arrendamento, da energia, da água e das telecomunicações. Obviamente, a Vodafone foi a mais merdosa no meio disto tudo, primeiro porque queriam que pagasse a fidelização (tive que demonstrar que vinha para o estrangeiro), e depois porque queriam cobrar o equipamento apesar de o ter entregue a horas e em boas condições. Típica escumalhice de telecom portuguesa, nada de novo.
A preparação legal foi mais cuidada. Para referência, a documentação que preparei foi:
Também nomeei (por procuração) um representante legal em Portugal. Inicialmente pareceu-me overkill, e apenas o recomendaria se tiverem alguém que seja de muita, muita confiança. Mas para mim tem sido muito útil, pois essa pessoa pode-me substituir em qualquer todos os compromissos, requerer a emissão de documentação em meu nome, transaccionar os meus bens (tipo vender o carro velho) e negociar em meu nome com as telecoms quando se armam em parvas (ver Vodafone acima). A pessoa que ficou com esta responsabilidade é da minha absoluta confiança, mas mesmo assim é um compromisso que deve ser mantido debaixo de olho e apenas pelo tempo necessário.
Às tantas perguntei-me "sua besta, já pensaste em quanto dinheiro vais gastar?" Bom, através de uma combinação de salário baixo e escolhas financeiras pouco saudáveis (que reconheço mas não quero detalhar), as minhas poupanças resumiam-se a uns míseros 2000€. Amigos, 2000€ não é dinheiro nenhum. Precisava de mais. Pelas minhas contas, e porque não vinha sozinho, precisaria de cerca de 15000€ para fazer isto com algum descanso, ainda que não conforto.
Lembram-se de quando tivemos uma crise "once in a lifetime" em 2008? Aquela da qual vamos ter saudades agora em 2021? Essa mesmo. Uma consequência engraçada dessa crise foi que as pessoas se habituaram a fazer crédito ao consumo, e os bancos habituaram-se a emprestar dinheiro como quem dá cá aquela palha, já que o Estado depois os resgata e ninguém vai preso. Como sempre trabalhei, paguei os meus impostos e nunca tive dívidas, pude pedir um crédito pessoal para pagar a mudança inicial. 15k no banco, check.
Obviamente não o gastei todo, e a empresa para onde fui trabalhar devolveu-me uma esmagadora parte do que gastei através de um fundo de "relocation expenses". A empresa pagou (mas eu tive que adiantar):
Em cima disso, paguei eu:
Admito que fiz algumas escolhas controversas, e houve muito dinheiro perdido em conversão de moeda. Podia ter ficado fora da cidade enquanto procurava apartamento, podia ter comprado mobília mais barata, podia ter dormido no chão, podia ter comprado malas mais baratas, podia ter andado de comboio em vez de alugar carros quando precisei. Mudei-me de uma forma que considero "medianamente confortável": não o fiz luxuosamente, mas dei-me ao luxo de trazer a Maria, de não ter que partilhar casa e de evitar largamente transportes públicos. Com o dinheiro que a empresa me devolveu constituí um fundo de emergência. Não liquidei logo a dívida porque entendo que é mais importante ter um fundo de emergência do que estar debt-free (mais sobre isso daqui a um post ou dois).
São escolhas. Emigrar é caro, amigos. Conheço quem o tenha feito com 200€ no bolso, mas não é confortável e não quero isso para mim.
Praticamente foi tudo pago através do Revolut. Criei uma conta pouco antes de vir, comprei o premium para não ter limites de conversões, e usei. Inclusivamente recebi lá o primeiro salário enquanto não criei a conta no banco.
A preparação emocional foi a menos complicada. O meu núcleo duro é relativamente pequeno, e toda a gente estava preparada há muito tempo para que eu "fugisse"; era conhecido praticamente desde que tinha começado o PhD que a minha área não era viável em Portugal, e que estava revoltado com a ética de trabalho merdosa. Naturalmente a minha mãe não gostou da ideia, mas são coisas da vida. Ainda assim, um conselho: não se armem em fortes e não descuidem a preparação psicológica/emocional que é necessária para este tipo de viagem. Eu sei que pessoas diferentes têm níveis de resiliência diferentes, mas o português tem muito a mania de achar que é o maior; cuidado com isso. Além disso, não deixem que estas preparações vos tomem todo o tempo que têm; guardem tempo para estar com a família, para lazer, e para descansar. Eu deixei-me consumir um pouco e não foi bom.

Como não ser sem-abrigo

Aterrei em meados de Setembro num dia nublado com duas malas de 30kg, uma mochila para mim e outra para a Maria, e a convicta certeza de que me estava a foder. Tinha cerca de 2.5 semanas até começar a trabalhar, e até lá a missão era só uma: encontrar um apartamento. Há muito para dizer acerca da habitação no UK, vou escrever um post só para isso e por isso aqui vou focar apenas na experiência do recém-chegado.
Eu decidi que não estava disposto a arrendar pelo privado; iria sempre através de uma agência imobiliária. Como não tinha tanta familiaridade com o mercado nem com a legislação, achei que seria mais seguro ir por essa via mais cara e minimizar a possibilidade de ser ludibriado. Recomendo vivamente. Então comecei a encetar contactos por telefone para marcar visitas a apartamentos.
E aí bateu-me.
Eu não conseguia perceber nada do que estes caralhos diziam ao telefone. NADA. "Ahka hrask apfiasdafsd duja sudn" diziam eles, e eu "sorry, I have a really bad connection, could you repeat that?" e eles lá repetiam mais calmamente "G'mornin, how can I help you today?". Muita vez disse eu que tinha pouca rede, a ver se eles abrandavam um bocadinho. E funciona! Top tip: se estiverem a tentar perceber o que eles dizem por telefone, queixem-se da ligação; o serviço móvel no UK é tão mau que eles vão na conversa.
Agora, eu sei falar inglês, ok? Naveguei perfeitamente bem as entrevistas, tenho dúzias de publicações em inglês "impecável", e trabalho em inglês há anos e anos. O problema é o seguinte: falar inglês enquanto se trabalha e escrever coisas em inglês são ambos experiências muito diferentes da de tentar falar com um nativo com sotaque, que assume maneirismos e expressões que não conhecemos, sobre locais que não conhecemos e dentro de um sistema (de arrendamento) que não conhecemos, tudo isto por telefone e sem poder ler nos lábios nem ler expressões corporais.
Com algum desenrascanço tipicamente português fui enchendo os dias de visitas a apartamentos na zona. Num dos dias aluguei um carro para ir ver apartamentos numa cidade vizinha (onde até acabei por ficar), algo que recomendo vivamente. Durante essas semanas vimos facilmente uns 25 apartamentos, talvez mais. As primeiras impressões foram:
(Um aparte acerca da alcatifa: se tiverem uma casa toda alcatifada comprem um robot aspirador de qualidade e aspirem todos os dias, até mais do que uma vez. A vossa qualidade de vida vai aumentar 1000 vezes.)
Escolhido o apartamento, fizemos uma oferta/candidatura. Oferecemos o valor que o senhorio pedia e, já tendo falado com muitos agentes, ofereci-me para pagar o contrato inteiro de 6 meses no dia da entrada. O que se seguiu foi um processo que, para mim, era completamente estrangeiro: o de "referencing" do potencial arrendatário. Pediram-me as moradas anteriores até 3 anos e os contactos dos senhorios, assim como a minha morada de família permanente e (muitos) dados pessoais. Essa informação foi usada para verificar que eu não era um impostor, e para verificar que tinha o hábito de pagar a renda. Ligaram para a minha antiga senhoria portuguesa, uma senhora de 82 anos, a perguntar se eu pagava a renda. Por mero acaso ela fala inglês (foi investigadora) e soube-lhes dar resposta, mas achei a atitude absolutamente desnecessária. Lembro-me de me sentir ofendido; "mas estes filhos da puta acham que pagar 6 meses à cabeça não chega?"
Seguiu-se um contrato de arrendamento para uma Assured Shorthold Tenancy [1], que é a modalidade "normal" de arrendamento para habitação por aqui. O agente imobiliário tratou de toda a papelada, mas eu tirei um dia para ler todo o contrato e verificar se batia certo com o que conhecia da lei daqui, o que recomendo vivamente. Atenção que a partir de meados de 2019 as taxas cobradas pelos agentes imobiliários passaram a ser limitadas por lei [2], por isso se vos pedirem alguma taxa administrativa mandem-nos sugar no pénis mais próximo. Na altura disseram-me que o normal, antes dessa mudança, seria o arrendatário pagar uma taxa de 700 libras à imobiliária pelo serviço. Era matá-los.
Assinado o contrato, ficou fixada uma data para entrada no apartamento. O valor a pagar é esperado nesta altura, no momento imediatamente precedente à entrega das chaves, o que significa que é preciso ter esse dinheiro disponível num cartão aceite pela imobiliária. Obviamente que é possível pagar por transferência, mas isso pode atrasar a data de entrada, e eu estava a pagar hotel por isso tinha interesse em me despachar.
Este processo foi, para mim, extremamente stressante. Até ao momento em que temos a chave na mão, o nível de incerteza é altíssimo: vou precisar de estender a estadia no hotel? Vou ter dinheiro que chegue caso o senhorio recuse o arrendamento? Será que vou ter que procurar noutra zona? Será que vou conseguir fazer isso enquanto trabalho? Para mim, encontrar a primeira casa foi facilmente a parte enervante da mudança. Agora já tenho uma posição muito mais sólida: conheço a zona, conheço o mercado, tenho um pé de meia e transporte próprio. O início custa muito mais.

Burocracias adicionais a tratar no início

Além da casa, que era a minha primeira preocupação, há um outro conjunto de coisas que têm que ser tratadas quanto antes:

Referências

[1] https://england.shelter.org.uk/housing_advice/private_renting/assured_shorthold_tenancies_with_private_landlords [2] https://www.gov.uk/government/collections/tenant-fees-act [3] https://www.gov.uk/council-tax [4] https://www.gov.uk/tax-codes [5] https://www.gov.uk/income-tax/how-you-pay-income-tax

Capítulos Anteriores

O próximo capítulo deve ser mais sobre habitação ou sobre compramanter carro e conduzir. Depende de qual o capítulo que acabar por ficar pronto mais cedo. Às tantas calha ser outro qualquer ¯\_(ツ)_/¯
Se este post gerar uma resposta tão forte como os outros, é possível que eu não consiga responder a todos os comments. Se for esse o caso, peço desculpa; vou dar o meu melhor.
No outro post alguém (um mod?) colocou o flair "Conteúdo Original". Não encontrei esse por isso pus "discussão".
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
submitted by UninformedImmigrant to portugal [link] [comments]


2019.04.02 22:02 brooke66 Analise comparativa de jogo da LCK comparado com o CBLOL

Caso tenha algum erro, me perdoe, fiz sozinho, tentei corrigir ao máximo, caso apareça algum erro, me aponte para eu editar.

O competitivo do League of Legends brasileiro sofre, além do não engajamento dos times falta de conhecimento em alto nível.
A parte técnica sofre de um problema chamado narcisismo. Pode notar, todos que se denominam doutores em league alegam que jogam o jogo desde o servidor da NA, “ eu jogo esse jogo desde o momento que o Tryndamere penso no jogo, eu estava na mente dele jogando”. Parabéns, você pode conhecer os itens que foram tirados, mas existe muita coisa além disso para entender o competitivo.
Não me importo, vou ser “escroto”, porque cansei de ver minha região ser penalizada por causa de ego e amadorismo.
Eu estudei muito a lógica do MOBA, tenho três anos de Dota 2, e comecei a jogar League na season 7. Olha, eu não sei os itens que foram excluídos, em real eu sei, porque estudei toda a evolução do jogo, mas nunca joguei com eles.
Meu objetivo aqui não é ser demagogo, vou logo explicando esse post.
Vou analisar um jogo da LCK, de forma de alto nível. Caso eu use algum termo muito técnico, por favor, seleciona o trecho e comente pedindo para eu detalhar mais, porque esse post é exatamente isso, desmistificar.
De forma didática, vou explicar tudo da fase de pick e ban. Com objetivo de fazer a comunidade despertar e entender o que está errado no nosso cenário.
O jogo é o seguinte: https://www.youtube.com/watch?v=48CFJi_QIUc
SKT vs Afreeca, Semana 10, Split de primavera.
Como vocês podem acompanhar a análise: Vou colocando o timing dos eventos na fase de pick e ban, e comentando eles pontualmente explicando de forma totalmente objetiva o jogo e mostrando como funciona os picks.
Clique : ARQUIVO NO FORMATO PDF
Antes eu preciso que vocês entendam um dos fundamentos do MOBA: Tempo.
O jogo é baseado no tempo.
A riot estrutura tudo baseado tudo no tempo de jogo, o XP e o gold é controlado pelo tempo (é mais fácil perceber o gold). A empresa arquiteta (de forma perfeita) o power spike, ou seja, onde estão os momentos fortes de cada personagem, criando assim a oportunidade de todos poderem vencer. (Há exceções)
Se a riot constrói o jogo baseado em tempo, o que se pressupõe que a composição profissional cubra todo o tempo do jogo com picks.
Por exemplo, achei mais fácil usar um exemplo. Um jungle de early game forte pode sustentar enquanto os aliados crescem.
Os picks e bans é uma dança.
Os picks são para preencher esse tempo, sendo dividido em early game, ou lane fase (0 a 15), early-mid (15 a 20) mid game (20 a 25) late-mid (25 a 30) e LATE GAME (30 em diante).
Os bans são para privar de o time inimigo colocar pressão nas rotas ou no jogo em que o time quer o tempo de vantagem.
Vamos ao jogo.
Se puder imprimir o esquema e acompanhar com o jogo, ou abrir em uma aba, vou colocar em PDF e disponibilizar para facilitar para ver.
Primeiras explicações
A diferença do time azul para o vermelho é que se tem mais liberdade de colocar sua estratégia no jogo do que só responder, é uma tendência quem fica no time vermelho tentar responder. Perceba que no Brasil se dá valor em ser reativo, time vermelho, do que azul que é criativo. Isso é um traço de problema técnico.
Fase de Ban I
12:08
Cada ban tem um significado.
Galio é banido, isso significa que a SKT não quer rotação acontecendo no early-mid. Sem pressão, pode-se por pressão ou se farmar tranquilamente para escalar bonecos mais frágeis no early-mid.
Adendo: estão usando ele de suporte só para ter esse potencial de pressionar a roda do mid com seu ult. Sem precisar deixar recurso em sua mão.
A Kalista é opressora, quem vê a live do Yoda (como eu) sabe dessa referência. A vingadora é a mais opressora quando forte, ela não tem contra jogada. E mais para frente, vocês verão que a Afreeca fez certo em banir a Kalista.
Adendo: se a Kalista estiver com seu potencial ao máximo ela pressiona a lane e depois ajuda a conquistar objetivo, não tendo uma contra jogada, em nível profissional, que se tem um controle de rotação e se coíbe da kalista ser foco de gank.
12:24
Zoe é banida. Mesmo efeito que o Gálio, ela coloca pressão no mapa, ela dá out play no laner e sai para ajudar os aliados.
A SKT ou quer pressionar no early e não quer alguém que responda ou quer escalar algum personagem.
Como resposta o ban no Sylas, exatamente porque ele é o melhor laner do jogo (01/04/2019) a pressão que ele exerce é gigante.
A chance da Afreeca perder é enorme, porque ela está só respondendo a SKT, que está criando uma estratégia — pressionar o time inimigo no early— nesse jogo veremos um efeito “monstro de Frankenstein” porque a composição da Afreeca vai ser toda separada sem lógica. Como pedaços de corpos costurados juntos.
13:03
A SKT baniu outro personagem de rotação forte, Talliah; assim como o Galio o potencial de pressão no mapa é enorme, principalmente no level 6. Ela limpa os minions da sua lane facilmente com um combo e já está pronta para dar follow-up com o jungle nas sides lanes. ( Galio, Zoe, Ryze funcionam assim no early, mas cada um tem uma particularidade)
Em resposta, e veja que é constante a Afreeca ficar só respondendo a SKT, Lissandra, porque ela é extremamente opressora na lane fase e sua Team Fight, que começam no early-mid game, é extremamente forte.
Nesse final de fase de ban já conseguimos construir a ideia dos times:
A SKT está procurando evitar que coloquem pressão pelo mapa. Isso abre para duas estratégias: segurar o jogo para poder escalar um personagem forte, ou pressionar no early e acabar com o jogo cedo sem tomar nenhum tipo de resposta.
13:27
Como disse a SKT quer por pressão, a equipe de Faker’s and friends (blasfêmia) pegou Jayce, laner buller por excelência.
A Afreeca respondeu, e de forma errada, para coibir da SKT pegar, um pick que não vai fazer lógica na sua composição. O Ryze tem um ult de rotação forte, mas ele precisa de item, ele não tem o mesmo potencial da Talliah no early game. Outro problema é que o mago azul precisa da gota para assim começar a ter lane fase, precisa de um jungle que o ajude para ele não tomar pressão e mesmo assim, ele no mid game todo não faz nada, ele é late game, 30 min para poder escalar.
13:50
Lucian é um adc ofensivo. Que tem um potencial enorme de pressionar o inimigo e como é um jogo competitivo baixa chance de ser gankado. O Track do jungle é muito mais preciso nesse nível de jogo.
A resposta foi a altura, Ezreal é equivalente ao Lucian em pressionar, o único problema que ele precisa da sua gota, ou seja até os 8 minutos ele toma pressão.
O suporte para ser pego é diferente, precisa se adequar a necessidade do adc (aqui está uma dica que vale para main sup) O Lucian precisa de follow-up em suas investidas e o Ezreal precisa de alguém que aguente e ajude ele aguentar até sair a gota.
14:20
Exatamente, você vê um Tamh Kench para segurar esse early. E uma das deusas do Follow-up, a Lulu.
Acabando a fase de picks vemos os primeiros power spikes dos times.
Jayce é early-mid.
Ezreal é Mid game
Veja que um cobre o buraco do outro no tempo.
Pela Afreeca:
Ryze lane fase e late game.
Lucian Mid game.
Aqui não acontece.
Fase de Bans II
Veja que a ordem dos bans mudou a Afreeca agora que inicia banindo. O sistema dá abertura para o time vermelho criar e não ficar totalmente fechado a só responder. Mas o time vermelho não usou isso a seu favor, continuou nessa estrutura defensiva.
14:51
A responda da Afreeca foi tirar um jungle de pressão, que tem um potencial de dive enorme. Esse ban mostra que a Afreeca já entendeu qual é a da SKT. O time do Faker vai pressionar o early.
Em resposta, e a única coisa que a SKT, consegue deduzir de alguma estratégia ou possibilidade de problema, é banir a Vayne, que com a ajuda do Ryze segurando o jogo pode ficar forte e virar um problema. O lucian iria para o mid ou Top.
Rek’sai é o mesmo que a Elise, pressão no early.
A Akali também é um problema na comp da Afreeca porque ela é tem um potencial de desengage enorme, e personagens de Early game tem um foco em engange.
Fase de Pick II
Jarvan IV é um jungle early, e a Afreeca fez de novo, pegou para não deixar para a SKT, criando um monstro de Frankenstein sem lógica, sendo só parte da estratégia roubada do time do Faker.
Em resposta a SKT pega Lee Sin o melhor jungle early game, uma rotação incrível, por isso ele é difícil de jogar, porque ele é um boneco muito completo. Concretizando o foco do time tri campeão mundial no early game.
16:21
No final vemos uma Le Blanc, que funciona como a Zoe, out play no laner inimigo e pode rotacionar com o jungle em ganks, pressionando o mapa. Com foco em dive, já que o lee sin tem facilidade de entrar e a Le blanc também.
E respondendo, de novo, a afreeca pega Syndra, um desengage, que pode anular uma investida.
A organização do tempo ficou assim, por power spike:
SKT
Jayce, Lee Sin, Le Blanc early game
Ezreal sozinho para continuar a pressão no mid game, ele funciona como um suporte, porque ele começa a ficar forte quando os 3 personagens das outras lanes ficam fracos. Mas como o jogo ta focado no early e a Afreeca não tem resposta à altura o top jungle e mid da SKT vão snowbolar.
Afreeca
Jarvan e Syndra
Lucian no Mid game.
Ryze Late game.
Veja que não tem consistência esse time.
Como falei antes, a SKT está criando e a Afreeca respondendo, pela inconsistência do time vermelho dá para se ver que eles vão perder esse jogo, só pelo início do jogo.
Eu vou me ater só até a fase de picks por tamanho dos post, mas se eu ver necessidade vou fazer um jogo todo. E agora começo comparando com um jogo do CBLOL.
Agora vem o momento que eu passo raiva, eu sempre fui e sou apoiador de E-sport, desde o dota 2, fico lá torcendo, mas não tem como, eu preciso fazer algo. Aqui está, analise de um jogo de CBLOL e toda sua “lógica”.
Jogo CBLOL: https://www.youtube.com/watch?v=LTm0YOg0fq4
Fase de Ban I
0:20
Começamos com ban na Lissandra, pelo Flamengo, que como vimos não tem tanta prioridade, mas ela é opressora no early e tem uma team fight muito forte, podemos pensar que o Flamengo está tentando ou pressionar early Game ou segurar o jogo.
O ban do karthus me deu ódio, não existe outra palavra, o deus da Morte é late game, precisa de suporte dos aliados, era mais fácil banir os aliados que podem ajudar, porque a estratégia do karthus pode ser usada com: Viktor, Cassiopeia, Fiora, Vayne, Azir, Camille, Corki, Gangplank, Irelia, jax, Kai’as, Kassadin, Kayle... Acho que mostrei que banir o Karthus não tem valor, porque ele precisa de tempo. O ceifador não tem hit-kill level 6.
O flamengo está mantando a ideia de não tomar pressão, O Aatrox é o senhor do top contra a maioria de picks que vão lá, mas ele tem um problema, dois na real, se ele ganhar a lane é só isso que ele faz, de resto vira um cone. Se ele perder a lane ele vira um cone que feeda.
A Keyde continua tirando carry, não consegue tirar todos, são poucos bans para vários bonecos que podem se encaixar. Eu acho que o Nelson nem sabe o que está fazendo...
A Keyd tem que tirar jungles que seguram o early, Sejuani, por exemplo ela faz suport para todos os personagens que listei acima. Talliah também coloca pressão de rotação tirando o foco do carry de late, e se for karthus jungle Aurelion Sol pode ajudar o aliado com sua alta mobilidade pelo mapa.
1:02
Tiraram Sion, ele é forte para segurar o jogo, mostra que o objetivo do Flamengo é mesmo o começo do jogo.
O ban do sion TELEGRAFOU jogar mais voltado ao começo do jogo.
1:18
O Galio aparece, como viram foi instaban na LCK, O flamengo é o melhorzinho, e tá disparado na tabela do CBLOL, e ele nem ta fazendo nem metade do que a SKT fez.
Eu sou fã do urgot, é meu avatar até no trabalho, mas como podem pegar um juggernaut? Ele só entra no mid game. Exatos 20 minutos, o flamengo mostrando que vai forçar antes disso e a Keyd fazendo errado.
1:54
Alistar, quando você pega um personagem de All-win como suporte antes de mostrar o adc você telegrafa o tipo de carry que você quer pegar e nisso já se da para counterar esse tipo de personagem serve como iniciador para um personagem que sua essência é defensiva.
Nisso o Flamengo já se mostra um pouco mais evoluído, respondendo com um adc ofensivo, que oprime muito. Lucian foi uma ótima resposta.
2:22
O alistar mostrou a Kai’sa antes mesmo de ela ser picada.
Eu comentei como se usa o Lucian, você pega um suporte que dá follow-up, mas Tahm Kench foi um erro de pick, Morgana se mostrava muito mais efetiva, pois o escudo mitigaria o dano da Kai’sa que é mais ap e o Alistar nunca conseguiria atordoar dois, além da pressão que a morgana exerce só de existir por causa do seu Q.
Como perceberam não está tão claro como no jogo da LCK, porque a lógica que estou empregando é diferente do que os times estão executando, eu não entendo a lógica Brasileira, porque ela não faz sentido então me dei ao luxo de aprender.
Vou pular logo para a finalização porque eu não consigo continuar tirando leite de pedra.
O time da Keyd só vai jogar para valer o almoço grátis. É stomp desde os picks.
Olhe como a bot e o top é frágil, e o Olaf não pode ajudar eles a crescer... E a Zoe tá ali quase como outro minion.
O power Spike do Flamengo é ridículo, sim é, mas está bem melhor:
Perceba que a Keyd não tem nada que pare o Flamengo, a zoe, como dito podia ser a salvação, mas o pick de Olaf enterrou mais ainda a Keyd.
O olaf fica forte no early, mas ele tem que enfrentar um Galio e um Noc que ficam forte no mesmo momento. Os laners da Keyd só estão lá para apanhar.
Como viram, e espero que tenha ficado claro, o Brasil é Horrível. E ver jogadores/técnicos arrotando arrogância só me é digno de pena, porque não sabem nada do jogo. Eu estou me segurando ao máximo para não citar nomes, mas vocês conhecem quem come frango e arrota piru.
Conhecer o jogo desde o beta ter jogado com bonecos antes do Rework não faz ninguém autoridade em competitivo. Tempo de jogo não faz você bom, tanto que nem o tempo do jogo você sabe dominar.
Como digo, sou analista, espero ter ajudado vocês a verem um pouco de como o nosso país “manda” no LoL.
Sempre que puder vou começar a fazer mais post como esse.
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2013.11.23 14:37 RockkLeo Perguntas frequentes sobre a "Tremor Games"

Espero que as pessoas leiam isso pois isto vai ajudar a reduzir algumas das perguntas feitas , mesmo que seja apenas pelo menos as mais frequentes...
Estes são, a partir de minhas observações e experiências, algumas das perguntas mais feitas.
Em primeiro lugar, todos devem se familiarizar com os Termos de Serviço e as regras do fórum. Isto irá diminuir a chance de você entrar em qualquer tipo de problemas aqui no Tremor Games. Eu ainda estarei indicando através dos links que eu me utilizei para formular este guia.
Demais duvidas podem ser respondidas clicando os links e lendo-os completamente (em inglês).
Nota 2: Ademais eu gostaria de agradecer e relatar que o post original é de autoria do Moderador Acryptik. Eu apenas traduzir e adicionei algumas coisas. O post original era em inglês.
[Tremor recompensas e brindes]
Q ) Como pedir reabastecimento de um item/jogo e como pedir para novos jogos serem adicionados?
Desde que o jogo esteja disponível na loja do site você poderá requerer um reabastecimento caso o jogo ainda esteja à venda em promoção. (Nota: O site sempre adiciona os jogos que estão em promoção, ou seja, você poderá pedir também jogos que ainda não estão no site e esperar que eles comprem e adicionem pra você. Se isto for feito você será notificado no próprio site.)
Q) Como faço para saber se um jogo foi reabastecido?
Adicione o jogo desejado a sua lista de desejos. Na tela do jogo clique em "add to wishlist". Selecione a guia "Whislist" e lá você poderá ver quantos estão em estoque de cada jogo que você queria acompanhar. Basta verificar lá diariamente . Essa é a sua melhor opção para o momento.
http://www.tremorgames.com/?action=viewtopic&topicid=69
Q) Quanto tempo vou ter que esperar até eu conseguir o meu jogo(s) que eu resgatei no Tremor ?
Seja paciente. Ele pode levar de 10 minutos a 48 hora. Você deve esperar pelo menos 48 horas e se você ainda assim não receber o seu jogo, então você deve usar o formulário "Contact Us".
Nota: Não crie posts falando "meu jogo não chegou" antes de ter passado estas 48 horas. Será inútil. Sugestão; compre seus jogos na virada da noite, lá pras 22horas - horário de Brasília - e as 7hrs da manhã você já o terá caso não ocorra nenhum problema. Seja paciente!
Q ) Eu recebi o item errado. O que eu faço?
Entre por contato com o site pelo links "Contact Us". Utilize o inglês! Se não sabe como fazer isto peça ajuda ou use um tradutor. Lembrando que para que o tradutor traduza corretamente o seu português deve ser impecável!
Q) Por que existem duas cópias do mesmo jogo a preços diferentes ? Por que é um jogo que eu comprei antes de mais barato agora? Você pode fixar o preço de um jogo mais barato?
O preço é baseado no quanto o site pagou pelo jogo na epoca. Jogos com preços maiores foram comprados por uma quantia maior. Isto ocorre porque o site compra vários bumbles e as vezes compra jogos em promoção diretamente do distribuidor - Steam.
Nota: 900 COINS = 1 DOLAR
Q ) Sobre Giveaways ou "Brindes"
Regularmente eles são oferecidos no site na aba "Giveaway". A maioria é grátis, outros custam coins para entrar. Geralmente distribuem tremorcoins ou gift games. É tipo um sorteio.
[Games]
Q) Posso trocar um jogo que tenho por coins?
Atualmente não. Você pode doa-los gratuitamente ao site se quiser. Para isto utilize o "Contact Us"
Q) Porque eu não posso ganhar coins jogando jogos igual os outros paises?
A nossa região foi banida temporariamente desta modalidade por utilização de bot para conseguir coins. Infelizmente poucos mal intencionados podem sim prejudicar muitos. Portanto, para que o Brasil não seja mais prejudicado ainda na cena internacional e obviamente no site...não faça nada de errado! Não tente ser sacana, não crie varias contas fakes porque isto é proibido no site, não faça uso de meios fraudulentos para responder as pesquisas como proxy e não fique postando em português na aba internacional do site pois acredite, isto irrita todos aqueles que não sabem português. Resumo; Temos bloqueio de região.
Q) Nenhum jogo flash carrega. Porque?
Vide resposta acima.
Q) Como faço para ganhar moedas Tremor rapidamente ?
Se você quiser ganhar moedas muito rapidamente , a sua melhor aposta é a de fazer as ofertas de pesquisas, responder a formulários e trocar itens dentro do site como SteamCards e TF2 Itens. Ofertas pagas nem sempre são aconselháveis pois não valem tanto a pena. Pense, uma oferta de celular custa em media 5 reais sendo que você receberá 300 coins, o equivalente a 0,50 cents. Se você somar 0,50+0,50 você pode comprar um bumble e conseguir em vez de 1 jogo, 4~5~6~7 jogos nos sites que vendem pacotes de jogos por preços baixíssimos por tempo limitado! Fiquem de olho!
Nota; Utilize o site "Indie Kings: Bumble Track" para se informar sobre os bumbles mais recentes. (Não colei o link porque seria propaganda e isto não pode, mas é só digitar isto no google).
Nota 2: A maioria das ofertas de "responda ao formulário" ou "responda a pergunta" só funciona para novos membros, logo você terá que recorrer a varias contas de emails diferentes para responder as perguntas varias vezes.
Nota 3: Veja os vídeos quando disponível! Para mim os vídeos aparecem geralmente após as 20horas e quanto + tarde + vídeos aparecem. Detalhe; Você pode ver o mesmo vídeo mais de uma vez, mas pra isto você precisará ver o vídeo e clicar em "completar oferta". Atualize a tela e se ele aparecer de novo refaça a ação!
Q) Contas múltiplas são permitidas?
Não. Leia os Termos de Serviço; "O uso de várias contas (mesmo endereço IP e / ou mesmo PC) e / ou o uso de proxies é proibido e resultará em uma proibição de todas as contas. Nós permitimos apenas uma conta por PC. Compartilhamento de PCs é proibido."
Ou seja, sua irmã, seu gato, seu amigo, seu pai, sua avó não poderão ter conta no tremorgames caso você também tenha conta no tremorgames. Não podem dividir o mesmo numero de ip! Se quiser fazer isto faça em outro lugar, na escola, no trabalho, na faculdade, mas cuidado! Se logar 2 contas com o mesmo ip uma delas será banida e você perderá todos os seus pontos!
http://www.tremorgames.com/index.php?action=tos
Q) Comprei um jogo mas me arrependi depois. Ou, comprei o jogo errado. O que devo fazer?
Entre em contato com eles antes das 48horas pelo "Contact Us". Se você ainda não tiver recebido a mensagem do jogo você poderá ter os seus coins devolvidos. Caso já tenha recebido o email da key você não terá reembolso. Caso seja um item, se você ainda não o pegou no bot poderá ter reembolso. Caso seja gift, mesma situação do item.
[Troca de itens por coins]
Q) Como eu troco minhas cartas ou tf2 itens por tremorcoins?
Você pode trocar as Steam Trading Cards que estão na página de Recompensas (Rewards) e obter 70% do valor descrito. Idem para os TF2 itens.
Q) Ganhando o status "legitimo". O status legitimo permitirá trocas no Steam!
Torna-se legitimo para o comércio é muito importante. Você precisa ter adquirido pelo menos um item de recompensa nas dos jogos PC, TF2 Itens, Dota Itens, Trading Cards, cartões de presente, bitcoins.
Q) Sobre a troca de itens por coins.
Se você trocar algum item com o bot e ele aceitar você será creditado instantaneamente!
Você será elegível para negociar uma quantidade de coins por dia de acordo com as regras abaixo;
Idade da conta/ quantidade máxima de coins trocáveis por dia;
• Mais de 180 dias ou 250000 já ganhos na conta: máximo 12.000 coins por dia • Mais de 150 dias ou 200000 já ganhos na conta: máximo 10.000 coins por dia • Mais de 120 dias ou 150000 já ganhos na conta: máximo 8.000 coins por dia • Mais de 90 dias ou 100000 já ganhos na conta: máximo 6.000 coins por dia • Mais de 60 dias ou 40000 já ganhos na conta: máximo 4.000 coins por dia • Mais de 30 dias ou 15000 já ganhos na conta: máximo 3.000 coins por dia • Mais de 15 dias ou 3000 já ganhos na conta: máximo 1.500 coins por dia • Menos de 15 dias ou 3000 já ganhos na conta: máximo 250 coins por dia
Você téra 2,5 minutos para completar o comércio com o bot.
Q) Posso trocar itens que não estão na aba de Recompensa?
Não. Somente itens que estão na lista podem ser trocados.
Para descobrir se um item está na lista, acesse a página Recompensas e busque o item, digitando seu nome na caixa de loja da pesquisa.
Q) FAQ
http://www.tremorgames.com/index.php?action=faq

CASO TENHAM ALGUMA DUVIDA POSTEM AQUI PARA QUE TODOS POSSAM SE BENEFICIAR.
Obs: Me adicionem como amigos aqui : ) Seria legal. Alem de comentários sobre como melhorar etc. Vamos fazer isto dar certo!
Obs2: Eu não sei formatar neste fórum, logo não sei como por em negrito, aumentar a fonte e deixar as coisas mais bonitas formatadamente...se alguém souber como faz isto me avisem!
Abraços!
Texto retirado do fórum da Tremor Games, traduzida pelo usuário "luk4"
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